quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Destruição


Destruir, essa é a razão da nossa existência, destruir tudo o que criamos, e sempre da forma mais trágica, que é depois da plenitude alcançada.
É fato que quanto melhor é algo, mais desastrosa é sua destruição, quanto mais tempo se demora para criar algo, mais rápido e mais dolorido é o seu fim. A alegria é somente o combustível da tristeza depois da destruição.
É como disse Dante: "Não há pesar maior do que se lembrar da felicidade em horas de tristeza".
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Destruição e medo. Temo estar me aproximando muito d'O Marquês...............flw

John

sábado, 31 de maio de 2008

Eternidade Momentânea

Quero este lugar para sempre, meu. A mudança me enoja, quero que tudo seja como está e esteja como é. Permanecer é divino, a magia da inércia. As montanhas como eram, as vozes como soavam, os aromas como exalavam e eram sentidos... Nada mais é como antes, como deveria ser, como foi criado, a maneira que foi designado. Tudo muda, a mudança está de fato imbuida à existência. Isso tudo torna o simples fato de querer viver feio, errado, destrutivo, pois estamos fadados a destruir tudo que criamos pelo simples fato de criar, de viver, de tentar. O certo a se fazer é não viver, é destruir a si próprio, não tentar insistir numa coisa que está fadada a terminar, ao erro, a degradação. Não se faz útil, então, pensar sobre aspectos filosóficos de como tentar viver a vida bem, de como fazer algo que benefecie [o que for], seria [talvez] plausível tentar viver o mais silenciosamente possível, ou o mais rápido para que nada seja refletido sobre suas ações, que nada possa ser atrubuído a si, que se vá sem ter culpa de nada. A existência fadou-se a findar pelo simples fato do ser.
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Eu sei que não parece muito bom, mas estou muito melhor do que nunca estive, mas como não sou eu quem escreve isso né... É sempre O Marquês, então tudo parece ruim, mas tirem o que quiserem......flw

John

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Abandono


Quando você precisar seus amigos eles nunca estarão verdadeiramente lá, não da forma como seria necessário que eles estivessem...Mas na verdade não seria necessária presença da forma como se imagina que seja, tudo é um exagero, tudo é basicamente embriaguês de sucesso, sempre se imagina que se mereça mais de todos do que eles oferecem, todos são mesquinhos na hora de oferecer carinho, afeto, atenção.
Você não tem nenhum amigo real, todos são simplesmente ilustres conhecidos que se aproveitam de seu melhor momento e fogem quando lhes é conveniente.
Todos são tão interessados em seus próprios problemas que nem ao menos conseguem ver quando outrém está precisando de ajuda ou amparo. Todos precisam cuidar muito bem do que é seu e só isso importa.
Afinal, se proteja antes de tudo e fique a salvo, se alguém está em problema que supere sozinha, sob a desculpa de que essa pessoa saia mais forte. Mentira! Ninguém que sai sozinho de um problema, fica mais forte, sai sim, com mais ódio e menos confiança nas pessoas, se isso quisesse dizer ser mais forte, talvez a afirmação anterior fosse verdadeira, mas a própria sociedade e qualquer pessoa que queira nela se incluir deve considerar tais valores (ódio e desconfiança) como negativos.
Logo, todos somos egoístas a ponto de ignorar todos os outros e por isso discriminá-los afim de nos afirmarmos superiores a pessoas que supostamente seriam mais resistentes que nós mesmos.
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Tudo está bem, menos eu, fase ruim, mas espero que passe, como deve ser [Né Taynah?].........flw

John

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

"Ouça minha voz ficcional!"


Idealismos falsos, tudo como forma de proteger-se da natureza mundana de destruição mútua: tudo é feito para ser destruído ou para destruir, para proteger nunca.
A única proteção disponível é a mentira, mentir para si mesmo, contar mentiras tão convincentes que criam uma realidade, paralela a que se vive, uma realidade onde somos poderosos, nunca é o mundo que está menos agressivo, e sim os habitantes que são inferiores a nossos "alter egos" superdesenvolvidos.
Tudo que queremos é igualdade entre todos passando por cima dos mais fracos.


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Eis uma visão meio cruel sobre esquizofrenia e caridade.................flw

John

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008


O que é esta angústia que eu sinto?
Eu não minto
Tudo parece giar
Nada está aqui
Ao mesmo tempo que tudo que aqui está

[Nada]

Está fora do lugar
E nada tenho para confortar-me
Nem as rimas ricas
Nem as putas pobres

Nada
Nada
Nada

Sinto saudades de nada
Sinto falta de afeto
Sinto dor
Tenho sede, e tudo que digo
Sentido algum faz
E tudo que dizer não consigo
E o exato para se fazer a diferença

Mas agora qual a diferença em se dizer ou não?
Não sei se vou ser ouvido
Quem sabe alguém ouça,
Mas não vai ser da forma correta
Então não serei realmente ouvido,

Uma pessoa me escuta
As outras simplesmente ouvem
Elas ouvem um som dentre outros
Mas essa pessoa, ela me escuta
Ela me entende

E tudo o que eu posso fazer é ser eu mesmo
Tudo que eu preciso fazer é ser eu mesmo
Tudo que eu quero fazer é ser eu mesmo
Mas o que eu faço?

Me escondo dentro de todas as minha máscaras
Minhas máscaras de falsidade
De perversa maldade

E tudo que eu quero é acabar com isso tudo
E dizer o que é necessário ser dito

E nada que eu quero é acabar com esse nada
E não dizer o que é desnecessário ser dito

E tudo se resume ao que realmente seria isso tudo
O que eu tinha em mente quando comecei a escrever:
"O que é esta angústia que eu sinto?
Eu não minto"

A minha rima quase solitária
A pontada de afeto que eu queria ter comigo
A primeira pessoa sem conjugação que está fazendo falta
Esse pronome que como pretexto

Foi introduzido no meu contexto
Não como aposto ou vocativo
Mas como sujeito

De forma nominal
Indireta
Mas que diretamente eu quero...
Eu quero...

Não, eu não consigo terminar essa frase
Não da forma correta
Não com ponto final
Preciso de uma vírgula

E o predicado

...
Essa pessoa
Ela que me entende
Espero que entenda

Não
Ela já entendeu
Mas espero que ela compreenda
O que acontece

Por isso
Adeus
Mas não me vou
Não ainda

Ainda há muita luta a correr
Muito jogo a se jogar
E eu tenho que a frase terminar

[vírgula] Predicado
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É exatamente isso que eu quero dizer........flw

John

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Do Pensamento Positivista

E eis que estamos aqui novamente, no início de tudo, no nascimento, a espera da aceitação, da confirmação de algo que pode vir desgraçadoramente tarde, de forma trágica ou o que é pior, muito pior, não vir.
Nosso coração se enxe de espectativa a qualquer mínimo sinal de possibilidade, essa é a natureza humana, esperar pelo melhor, que muitas vezes [historicamente comprovado] não chega nem perto de ser verdade, o que seria o mínimo.
Essa é a forma de pensar mais medíocre, que o pensamento positivo ajuda, ele não ajuda em nada, pelo contrário, ele atrapalha e muito, principalmente pois quando se o tem é quando se espera por algo, e se tal não se realiza todo pensamento positivo foi por água abaixo e não houve preparação para o que de fato ocorreu, o fatal erro.
Mas há uma saída, o tão criticado pensamento realista, que nada mais é do que se proteger ao máximo em primeiro lugar e não cuidar de nada mais, pois somente si é o que importa para a evolução sadia.


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Mais um aí, porque finalmente O Marquês decidiu criar algo..............flw

John

P.S.:[In Love?]

domingo, 9 de dezembro de 2007

Biologia Quântica Estatística do Amor


Como definir amor? "Definição de uma possível desculpa com fim de justificar a cópula". O amor vêm com essa única função, mascarar, disfarçar os verdadeiros interesses. É algo usado com a finalidade de valorizar a "eterna luta", que nada mais é do que a inconformidade em aceitar que a existência de todas as raças tem o mesmo sentido, reprodução, ou seja, cópula.
O amor não chega a poder ser considerado um sentimento, ele é um conjunto de reações metabólicas repetidas com certa freqüência diante de situações e/ou pessoas, que nada mais são do que reações metabólicas do organismo. Qual o sentido do corpo realizar isso? Propagação da espécie, novamente a cópula.
Sempre se pergunta sobre a essência do amor, a veracidade do amor ou até a classificação, tudo isso são mais questões fúteis para ocupação mental do ser humano, o qual não sabe o que fazer em todo o tempo que lhe é dado de vida.
O amor então se resume a cópula, pura e simples, pois nenhum ser humano está fazendo amor, está copulando e ejaculando com a finalidade da propagação da espécie, pois essa é a função do ato.
Os seres humanos simplesmente "amam" por adaptação, pois como isso foi introduzido em sua cultura, seria muito dificultado o ato da cópula sem "haver" amor. Por isso todos fingem amar, e para manter esse "hábito" os mesmos fingem acreditar em sua existência.
A grande questão do amor perfeito se resume a melhor cópula [não a que mais dá prazer, pois isso também é um fator cultural], a cópula que gera descendentes férteis e saudáveis, com chances de sobreviver e manter o código genético na população da raça.
O amor, logo, não passa de uma máscara cultural para algo da natureza de qualquer animal que a "sociedade" de uma raça começou a abominar, a achar feio. O que na verdade não passa de cortejo, assim como as aves deixam suas penas com cores diferentes, ou alguns animais que secretam substâncias para atrair os da sua espécie, o amor simplismente é uma forma de atrair os da mesma espécie de sexo oposto para a cópula. Copular e gerar descendentes.


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É isso aí mais um post, ninguém vê, logo ninguém comenta........flw

John

P.S.:["...logo {não} existo."]